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Dia das Mães elevará em 8% as vendas em shoppings no Brasil, projeta Alshop

Postado em 07 maio 2012 por Revista

Considerada a segunda maior data do ano para o varejo de shoppings, ficando atrás somente do Natal, o Dia das Mães reserva um incremento de 8% nas vendas, em comparação a mesma data de 2010, segundo amostragem realizada pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) junto a mais de 50 varejistas de diversos segmentos.

E faltando menos de uma semana para a data, os shoppings e comerciantes de centros de compras intensificam suas diferentes estratégias para manter ativo o interesse dos consumidores, seja por meio de ações agressivas de marketing nos principais veículos de comunicação, ou ainda com o lançamento de novos produtos e outras promoções.

Entre os itens mais procurados nas lojas durante as compras de Dia das Mães estão: artigos para o lar e objetos de decoração; CDs e DVDs; bijuterias e acessórios; roupas e sapatos, eternas vedetes das mulheres; além de perfumaria e cosméticos. E como as mulheres estão cada vez mais ligadas à tecnologia, itens como tevês de LCD e LED, celulares de última geração, tablets, também figuram na preferência das mamães.

“Grande parte do sucesso do varejo nacional deve-se às mulheres. E os lojistas, conscientes do poder de compra deste público, utilizam-se de diversas ferramentas de incentivo, tornando ainda mais dinâmico o dia-a-dia dos centros de compras e dos que ali atuam. Este índice de expectativa retrata o impacto do varejo dentro do mercado interno brasileiro, em razão de uma situação econômica um pouco menos expressiva do que no ano passado ”, ressalta o presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun.

Já no que diz respeito às contratações de mão-de-obra temporária, enquanto algumas empresas buscarão novos profissionais para atender a maior demanda de consumidores na data, muitos outros aproveitarão os trabalhadores que atuaram em datas anteriores, como a Páscoa, Carnaval e Natal.

Por fim, vale ressaltar que, no fim de semana dos dias 11, 12 e 13 de maio, mais de 50 milhões de pessoas deverão circular pelos mais de 802 shoppings de todo o Brasil.

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Vendas do varejo aumentam 22%, em média, após a desoneração do IPI

Postado em 22 março 2012 por Revista

Desde o decreto baixado pelo governo, em dezembro do ano passado, que desonerou o IPI de eletrodomésticos de linha branca, as vendas destes produtos no varejo aumentaram, em média, 22,63% nos últimos três meses. Os dados foram obtidos com todos os associados do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo). Este grande aumento de vendas de eletrodomésticos de linha branca impactou positivamente também em outras linhas de produtos, e no período de dezembro a fevereiro, as vendas de eletroeletrônicos também subiram, em média, 12,13%.

A expansão da rede de atendimento do varejo, os grandes investimentos em novas lojas, equipamentos, estoques de produtos, inovação e tecnologia e a desoneração do IPI ajudaram a viabilizar a incorporação da nova classe média emergente ao mercado de consumo.

O crescimento em unidades vendidas de eletrodomésticos de linha branca foi ainda maior e continua aumentando gradativamente. Em dezembro de 2011 o aumento foi de 26,11%, passando a 27,30% em janeiro e 31,84% em fevereiro, ou seja, uma média de 28,42%; decorrência direta da redução dos preços e também da política de descontos adicionais praticada pelo varejo.

Com isto, as redes varejistas têm levando aos consumidores os bens que tanto aspiravam ao preço que eles têm condições de pagar.

O mercado varejista estima que as vendas globais em março tenham uma alta de 6,5%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Esta é a projeção do IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente com os associados do IDV, que já havia previsto e, posteriormente, constatou altas de 6,5% e 7,4% nas vendas de janeiro e fevereiro, respectivamente, sendo que um dos fatores que influenciaram fortemente este crescimento foi justamente a desoneração do IPI para os eletrodomésticos de linha branca.

“É fundamental que o governo mantenha essa desoneração por mais seis ou 12 meses, uma vez que este decreto deixará de vigorar após 31 de março. O IDV está justamente demonstrando junto ao governo a necessidade de que ele seja renovado”, explica o presidente do instituto, Fernando de Castro. “Seria importantíssimo que essa medida pudesse ser estendida para outros setores de bens duráveis, que são fortes alavancadores de vendas e de atividade econômica em geral, tais como móveis, materiais de construção e artigos eletrônicos”, completa Castro.

Os resultados da economia brasileira em 2011 demonstraram que o varejo faturou R$ 776 bilhões, excluindo veículos e peças automotivas, e que em 2012 trabalhará para ultrapassar a marca dos R$ 800 bilhões. Além disso, pelo oitavo ano consecutivo, as despesas de consumo das famílias brasileiras aumentaram. O crescimento deste setor foi de 4,1%, superando o do PIB, o que reforça estas expectativas do varejo

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MercadoLivre deve gerar 45 mil novos postos de trabalho em 2012

Postado em 19 março 2012 por Revista

 

Atualmente 134 mil pessoas vivem com renda total ou parcial proveniente da venda de produtos por meio do MercadoLivre, empresa de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina. São vendedores profissionais, com equipes de colaboradores e infra-estrutura, que vêm apresentando crescimento nos negócios online e planejam ampliar suas atividades em 2012, inclusive criando postos de trabalho. A estimativa é de 45 mil novas vagas este ano.

Esta é uma das conclusões da pesquisa encomendada pelo MercadoLivre à Nielsen Company. O estudo ouviu os maiores vendedores da plataforma em cinco países – Argentina, Brasil, México, Venezuela e Colômbia – com o objetivo de fazer uma radiografia do impacto econômico e profissional das atividades oferecidas pelo site de e-commerce.

O estudo foi realizado por meio de entrevistas anônimas online, de forma aleatória, a grandes vendedores do MercadoLivre, sendo que muitos deles também comercializam por outros canais. Com base nas informações apuradas, pode-se projetar que cerca de 180 mil pessoas terão o site MercadoLivre como fonte de receita no final de 2012.

Crescimento de vendas – A expectativa de contratações tem como base o desempenho de vendas registrado em 2011. Dos entrevistados pela Nielsen, 68% declararam que houve um crescimento geral nas vendas de sua empresa, percentual ainda maior entre os brasileiros: 74%. As vendas realizadas por meio do MercadoLivre acompanham a tendência de crescimento, segundo 65% dos entrevistados nos cinco países.

Para 77% dos vendedores, a internet é o canal mais rentável para comercialização de seus produtos e 93% consideram que a web vai continuar crescendo em 2012, devido a aspectos como: aumento do número de pessoas com computador (58%), mais pessoas com acesso à internet e mais lugares com wi-fi (56%), mais publicidade offline feita pelos sites de venda (53%), além de mais anúncios online em redes sociais (50%), mais pessoas utilizando dispositivos móveis para navegar na internet (48%).

Quando perguntados sobre quais as principais preocupações em relação ao seu negócio, os brasileiros e colombianos são mais confiantes e consideram que merece atenção o crescimento da concorrência. Argentinos e mexicanos temem o aumento de preços, que poderia ocasionar uma redução no consumo.

Ainda olhando para o futuro, a grande mudança percebida no comércio eletrônico ocorre com a possibilidade de transações comerciais por mobile, segundo 72% dos entrevistados. Para 65%, a inovação consiste na venda pelas redes sociais, enquanto 48% citam as vendas por internet na TV e 36% mencionaram a adoção de moedas digitais.

 

 

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E-Commerce aumenta a qualidade de vida, diz estudo

Postado em 17 fevereiro 2012 por Revista

Levantamento realizado pela Deutsche Post DHL, conduzido com 1800 consumidores na Alemanha, Suíça e Áustria, descobriu que o comércio eletrônico aumenta a qualidade de vida dos consumidores

Na Alemanha, quase metade dos inquiridos (44 %) disseram que o e-commerce ajudou a melhorar sua qualidade de vida. Dentre eles, 81% afirmam que as compras pela internet ajudaram a gerir seu tempo, enquanto 63% relataram que seu stress diminuiu ao evitar estabelecimentos comerciais tradicionais.

O estudo também mostra que quatro em cada dez afirmam que é mais divertido realizar compras em sites de e-commerce quando comparados a lojas físicas.

Além disso, três quartos dos inquiridos acreditam que canais de vendas online são muito importantes para deficientes físicos incapazes de acessar estabelecimentos tradicionais.

O e-commerce também é percebido como uma experiência emocional positiva, com cerca de dois terços dos voluntários – afirmando gostar do sentimento causado pela expectativa da chegada de um pacote encomendado pela internet.

Curiosamente, mais da metade dos entrevistados disseram que a emoção de receber seu pedido é semelhante ao de ganhar um presente, embora tenham pagado por ele.

No entanto, estes dados significam que o atendimento ao cliente, assim como prazos de entrega e políticas claras de retorno são cruciais para o sucesso de qualquer varejista.

 

Fonte: E-Commerce News

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“Luiza que está no Canadá” vendeu 8 apartamentos em uma semana

Postado em 19 janeiro 2012 por Revista

Não foi o apelo de Gerardo Rabello, mas a Luiza que está no Canadá e virou febre na internet que fez com que a contrutora Água Azul vendesse oito apartamentos que valem entre R$750 mil e R$1,2milhão, em pouco mais de uma semana.

De acordo com José Willian Montenegro Leal, diretor do Grupo Conserpa, as vendas foram bem acima das expectativas. “Já tinham sido vendidas outras unidades antes do comercial ser veiculado, mas agora pelo menos duas pessoas apareceram dizendo que queriam comprar o apartamento de Luiza”, comemora.

Tudo porque o comercial de televisão do condomínio, em João Pessoa (PB), ganhou as redes sociais e tornou-se um hit na internet. O filme é estrelado por Gerardo Rabello, colunista social da região e pai de Luiza. E fez tanto sucesso que a construtora já planeja um próximo comercial estrelado somente por Luiza.

Na propaganda, Rabello fala do empreendimento como o “novo endereço da sociedade paraibana” e diz: “É por isso que eu fiz questão de reunir toda minha família, menos Luiza, que está no Canadá.” Assista.

 

Por Evelise Toporoski e Francine Brustolin

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Planejar: Começar, Reestruturar e Continuar

Postado em 17 janeiro 2012 por Revista

 

 

As premissas do Planejamento Estratégico nos demonstram que aproveitar os “insucessos empresariais” pode ser a chave para um período de conquistas.

Foco no cliente, grande concorrência, novos mercados, demandas flexíveis e incessante busca pela excelência. Esses são apenas alguns dos elementos que compõe o capcioso e acirrado mercado empresarial deste inicio de século XXI.

Neste sentido, empresas dos mais variados portes e segmentos articulam uma série de estratégias com o objetivo de conseguir triunfo neste mercado cada vez mais competitivo e exigente. Mas será que de fato cumprimos todas as fases de um Planejamento Estratégico?

Geralmente nesta época de final de ano os diversos departamentos das organizações, fazem um check-list dos objetivos e metas conquistadas no ano que passou, e começam a repensar os desafios e alvos pretendidos para o ano que começará. Até então nenhuma novidade, mas e os objetivos e metas que não foram atingidos? Devem ser esquecidos? Será realmente necessário criar um novo metiê de procedimentos e estratégias para os alvos não conquistados?

Corroborando as ideias de diversos especialistas em estratégias empresariais, pode-se detectar que um Planejamento Estratégico eficiente deve ter uma fase denominada Fase de Controle ou Corretiva, que na prática consiste no controle dos objetivos atingidos, além de correções em algumas estratégias que falharam durante o processo.

Em síntese, nem sempre o melhor é recomeçar do zero! Nesta época onde o delineamento de novos projetos é uma constante nas organizações, é irrefutável que os gestores também avaliem os insucessos de alguns objetivos não conseguidos, propondo pequenas intervenções (novas estratégias) para que estes se materializem  nas próximas conquistas da empresa.

“Lembre-se de cavar o poço bem antes de sentir sede”. Este famoso provérbio chinês deve ser uma verdade para qualquer empresa que pretende continuar competitiva, entretanto, “Cavar o poço até que de fato se encontre água, não deixando as escavações pela metade” é uma premissa estratégica que não deve ser desconsiderada neste final de ano.

Thomaz Edson, o maior inventor de todos os tempos, precisou de milhares de tentativas até encontrar o filamento correto para colocar em funcionamento a primeira lâmpada elétrica de nossa história.  Nós gestores, precisamos aprender a insistir mais! Não nos erros, mas em caminhos variados que possam levar nossas empresas às posições de vanguarda.

Portanto, ao planejar sua empresa para 2012, não deixe nenhum poço pela metade, pois descobrir a água mais cristalina já encontrada pela sua equipe pode estar apenas a alguns centímetros debaixo dos seus pés.

 

Romulo Gutierrez é Professor Universitário, Escritor e Sócio Diretor da RG Palestras Motivacionais e Treinamentos – www.romulogutierrez.com.br

 

 

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Apagão de mão de obra: oportunidade para reposicionar os salários no Brasil

Postado em 17 janeiro 2012 por Revista

* Claudio Nasajon

Fala-se continuamente em apagão de mão de obra, mas o termo está errado. O que está havendo é uma valorização da mão de obra em função do aumento da demanda. E isso é bom!

Para as corporações sempre foi conveniente tratar empregados como escravos modernos, estabelecendo o menor valor possível para os salários. Por outro lado, a febre de empreendedorismo que se instalou no mundo passou a oferecer aos empregados uma alternativa que permite não só remover os limites da remuneração, como também estabelecer as suas próprias condições de trabalho, incluindo local e horário das jornadas.

Claro que empreender não é para todos e tem seus pontos desfavoráveis. Estatisticamente, a maioria dos empreendimentos dura menos de três anos e não conheço um único empreendedor que trabalhe menos do que 12 horas por dia na fase inicial. Mas, o simples fato de existir a alternativa permite um “leilão” mais justo das condições de trabalho.

Segundo a FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do RJ), o Rio de Janeiro é o estado que atrai o maior volume de investimentos públicos e privados do país. Serão cerca de R$ 180 bilhões até 2013, fazendo do Rio o maior concentrador de investimentos do mundo. As consequências são visíveis. Em 2011, a movimentação no mercado de trabalho fluminense foi caracterizada pelo contínuo aumento das contratações no setor de Serviços, gerando quase 29 mil novos postos de trabalho somente na capital. Os profissionais disponíveis passaram a ser disputados a tapa pelas empresas. Os salários subiram. As exigências de qualidade aumentaram e as novas demandas levaram a uma busca por maior capacitação. Criou-se um círculo virtuoso de qualificação da mão de obra que é espetacular para o futuro do país.

Por outro lado, como as Instituições de Ensino Superior levam tempo para reagir aos estímulos, a solução passa por importar empregos. O ritmo de criação de novos cursos e formação de mão de obra não acompanha o crescimento da economia, mesmo que no momento a crise externa esteja nos castigando com um período de baixa expansão do PIB. Uma das soluções é usar a cara mão de obra local para serviços de inteligência de alto nível, contratando os serviços de execução de baixo nível no exterior, mediante plataformas de teletrabalho como e-lance, o-desk ou freelance, por exemplo. Estamos deixando de ser como a Índia, que presta serviços em escala industrial a preço absurdamente baixo para outros países, e vamos nos equiparando à Bélgica, que tem um dos maiores índices de desenvolvimento humano do planeta.

Como empresário do bem, educador, pai e principalmente como cidadão brasileiro, apoio esse movimento. Digo SIM à valorização do trabalho, não pela via da imposição de leis trabalhistas, mas pela muito mais poderosa mão das leis da oferta e da demanda no livre mercado.

* Claudio Nasajon é Presidente da Nasajon Sistemas, Professor da PUC-Rio e Presidente do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

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Raízen abre processo seletivo para área de vendas

Postado em 24 outubro 2011 por Revista

A Raízen, uma das cinco maiores empresas do país em faturamento e uma das mais competitivas na área de energia sustentável do mundo, seleciona profissionais para o cargo de “gerente de território”. No total são 15 vagas, nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE), São Luiz (MA), Belém (PA), Palmas (TO), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS). Os interessados devem se inscrever pelo site da empresa (www.raizen.com.br), de 24 de outubro a 18 de novembro.

O processo seletivo leva o nome de Programa DNA de Vendas, cujo objetivo é selecionar profissionais para atuarem na área de venda ou revenda para uma carteira de clientes B2B ou no varejo, e que tenham o DNA da Raízen, de inovação e excelência. Os candidatos devem ter formação superior em Administração de Empresas, Engenharia, Marketing e Economia. Entre os requisitos exigidos estão inglês intermediário, experiência anterior em vendas de campo e disponibilidade para mudança de cidades/estado.

Com duração de dois meses, a seleção inclui o preenchimento de fichas específicas, dinâmicas de grupos e entrevistas individuais. As etapas acontecerão de forma simultânea, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belém e Recife. A contratação dos aprovados acontecerá em janeiro de 2012.

Serviço:

Programa DNA de Vendas – Raízen

Período de inscrições: de 24 de outubro a 18 de novembro.

Locais das vagas: São Paulo (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Fortaleza (CE), São Luiz (MA), Belém (PA), Palmas (TO), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

Requisitos: Formação superior em Administração de Empresas, Engenharia, Marketing e Economia; inglês intermediário; experiência anterior em vendas de campo; e disponibilidade para mudança de cidades/estado.

Etapas do processo seletivo: Preenchimento de fichas específicas, dinâmicas de grupos e entrevistas individuais.

Inscrições pelo site da companhia: www.raizen.com.br

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Fidelidade ou Lealdade dos seus Clientes?

Postado em 05 setembro 2011 por Revista

 

Em um mundo com tantas opções e possibilidade de experimentações é possível, ou melhor, é viável ser fiel a alguma empresa ou marca?

Conquistar a fidelidade do cliente é o sonho de 100 em cada 100 empresas que conheço, mas entre o sonho a realidade existe um longo trabalho a ser realizado.

Programas de fidelização são sempre bem vindos, mas acreditar que o cliente só irá comprar da sua empresa é uma estratégia perigosa em meio a tanta competitividade.

Tão ou mais importante do que ter o cliente fiel é ter um cliente leal.

O cliente leal, por várias razões, não comprará só de você, afinal fidelidade pressupõe uma obrigação de comprar o que nem sempre irá acontecer.

Já a lealdade é uma questão de princípios e de valores, é uma questão de confiança conquistada. Eis aí o x da questão: o que sua empresa faz para conquistar a confiança dos seus clientes? Seus valores são sólidos? Cumpre o que promete?

Os produtos estão cada vez mais equivalentes, mas a sua relação com o seu cliente pode e deve ser diferente. A cultura da sua empresa deve ser baseada no foco no bom atendimento e principalmente em agregar valor ao seu cliente.

Sua empresa ajuda o seu cliente em quê? Existe para quê?

Clientes leais, em um ou outro momento não compram, mas contam os motivos da escolha pelo outro, torce pela sua empresa, contribui e quando preciso reclama para que o seu processo seja continuamente aperfeiçoado. Clientes leais sempre compram de você na medida do possível.

Portanto chega de frustração quando aquele cliente o troca por outro e trate de ter um bom método onde o pós-vendas e levantamento das necessidades tenham um papel de destaque junto ao seu cliente. Lealdade presume admiração, respeito, sinceridade, gostar genuinamente um do outro. É algo que se conquista lentamente por meio de ações de longo prazo.

Fidelidade do cliente prevê cláusulas contratuais, obrigações, vantagens bem definidas, mas não garante crescimento sustentável.

A pergunta que precisa ser respondida é essa:

O que sua empresa faz para conquistar a lealdade dos seus clientes?

Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de “Paixão por Vender” – Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br. Twitter – @pauloaraujo07

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Varejistas esperam o melhor Dia dos Namorados em cinco anos, diz Serasa Experian

Postado em 02 junho 2011 por Revista

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Com a economia aquecida, varejistas esperam aumentar seu faturamento no Dia dos Namorados 2011. Consumidor vai comprar mais a prazo

São Paulo, 30 de maio de 2011 – A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia dos Namorados 2011 apurou que 57% dos principais executivos do varejo nacional esperam aumentar seu faturamento, na comparação com a mesma data de 2010, quando 54% dos varejistas tinham a mesma percepção. Esta é a maior parcela de otimistas para o Dia dos Namorados desde 2006, quando essa data foi avaliada pela primeira vez. Em 2011, 30% esperam manter o faturamento verificado no ano passado e 13% acreditam em queda.

Na abordagem por porte, 75% das grandes empresas do varejo apostam em crescimento do faturamento na data, na comparação com 2010. Nessa mesma direção, são 65% dos entrevistados na média empresa e 57% nas pequenas.

Na análise regional, Centro-Oeste tem a maior parcela de varejistas que esperam ampliar seu faturamento na data, são 65%. Na sequência estão Nordeste com 62% dos varejistas; Sudeste com 56%; Sul com 53% e Norte com 44%.

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia dos Namorados 2011 entrevistou 1.015 empresas, em todo o Brasil, e foi a campo de 9 a 16 de maio deste ano.

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