Categorias | Mais Notícias

Planejar: Começar, Reestruturar e Continuar

Postado em 17 janeiro 2012 por Revista

 

 

As premissas do Planejamento Estratégico nos demonstram que aproveitar os “insucessos empresariais” pode ser a chave para um período de conquistas.

Foco no cliente, grande concorrência, novos mercados, demandas flexíveis e incessante busca pela excelência. Esses são apenas alguns dos elementos que compõe o capcioso e acirrado mercado empresarial deste inicio de século XXI.

Neste sentido, empresas dos mais variados portes e segmentos articulam uma série de estratégias com o objetivo de conseguir triunfo neste mercado cada vez mais competitivo e exigente. Mas será que de fato cumprimos todas as fases de um Planejamento Estratégico?

Geralmente nesta época de final de ano os diversos departamentos das organizações, fazem um check-list dos objetivos e metas conquistadas no ano que passou, e começam a repensar os desafios e alvos pretendidos para o ano que começará. Até então nenhuma novidade, mas e os objetivos e metas que não foram atingidos? Devem ser esquecidos? Será realmente necessário criar um novo metiê de procedimentos e estratégias para os alvos não conquistados?

Corroborando as ideias de diversos especialistas em estratégias empresariais, pode-se detectar que um Planejamento Estratégico eficiente deve ter uma fase denominada Fase de Controle ou Corretiva, que na prática consiste no controle dos objetivos atingidos, além de correções em algumas estratégias que falharam durante o processo.

Em síntese, nem sempre o melhor é recomeçar do zero! Nesta época onde o delineamento de novos projetos é uma constante nas organizações, é irrefutável que os gestores também avaliem os insucessos de alguns objetivos não conseguidos, propondo pequenas intervenções (novas estratégias) para que estes se materializem  nas próximas conquistas da empresa.

“Lembre-se de cavar o poço bem antes de sentir sede”. Este famoso provérbio chinês deve ser uma verdade para qualquer empresa que pretende continuar competitiva, entretanto, “Cavar o poço até que de fato se encontre água, não deixando as escavações pela metade” é uma premissa estratégica que não deve ser desconsiderada neste final de ano.

Thomaz Edson, o maior inventor de todos os tempos, precisou de milhares de tentativas até encontrar o filamento correto para colocar em funcionamento a primeira lâmpada elétrica de nossa história.  Nós gestores, precisamos aprender a insistir mais! Não nos erros, mas em caminhos variados que possam levar nossas empresas às posições de vanguarda.

Portanto, ao planejar sua empresa para 2012, não deixe nenhum poço pela metade, pois descobrir a água mais cristalina já encontrada pela sua equipe pode estar apenas a alguns centímetros debaixo dos seus pés.

 

Romulo Gutierrez é Professor Universitário, Escritor e Sócio Diretor da RG Palestras Motivacionais e Treinamentos – www.romulogutierrez.com.br

 

 

Posts relacionados:

Deixar um Comentário


Advertise Here
Advertise Here

Twitter