Arquivo | agosto, 2011

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Magazine Luiza cria formato colaborativo de vendas nas redes sociais

Postado em 30 agosto 2011 por Revista

O Magazine promete mudar o jeito de fazer negócios nas redes sociais. É o Magazine Você, uma loja personalizada na qual o usuário monta uma vitrine e pode vender qualquer produto do Magazine Luiza e escrever dicas que ajudem seus amigos a comprar certo. E recebe por isso.

A vitrine de cada perfil pode ser montada com produtos exclusivos de uma linha, como esportes, tecnologia ou decoração, por exemplo.

De acordo com Frederico Trajano, diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza, todo o processo é realizado nas próprias redes sociais e somente a finalização da compra é direcionada ao site da empresa, para garantir segurança.

“Os consumidores buscam a opinião dos amigos nas redes sociais antes de comprar. Pensando nisso, criamos a melhor ferramenta online capaz de aproximar o comprador do divulgador. O próprio amigo, ao vender um produto da loja do seu perfil, recebe uma comissão”, explica Trajano.

Como funciona

O interessado em ser divulgador realiza um cadastro e, depois de aprovado, monta sua própria loja no Facebook e/ou Orkut com os produtos escolhidos por ele.

Em ambas as redes serão exibidas uma vitrine com os produtos. Os amigos podem ver todos os detalhes de cada item, o preço e a dica do divulgador, que também pode enviar alertas para os amigos nas redes.

No próprio aplicativo da rede social é possível montar um carrinho de compras. Ao finalizar o pedido, o consumidor será direcionado ao site do Magazine Luiza, seguindo o fluxo normal de compra, 100% seguro.

O divulgador terá acesso a uma área administrativa pela qual poderá acompanhar as vendas e editar sua vitrine de produtos. Ele recebe uma comissão, que pode variar de 2,5% a 4,5%, dependendo do produto vendido.

Fonte: Adnews

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Ferramenta profissional para corretores de imóveis

Postado em 18 agosto 2011 por Revista

A empresa Rv Comunicação lança, no dia 20 de agosto, um portal chamado www.e-corretor.com que vai revolucionar a vida profissional do corretor de imóvel.

O site vai funcionar como uma rede social para corretores, melhorando a velocidade de negociações e aumentando a qualidade do trabalho. Vão ser disponíveis variadas ferramentas, como: espaço para que o corretor possa cadastrar seus imóveis e sua carteira de clientes; gráficos que possibilitarão a visualização rápida de seu desempenho; opção de imóvel conforme o perfil do usuário; localização por mapa, entre outros benefícios.

Para isso, cada corretor vai possuir uma página própria, podendo anexar uma foto ao seu perfil e incluindo diversos dados, como características profissionais. A rede social com todas as ferramentas de auxilio vão permitir que profissionais de todas as partes possam firmar parcerias de venda com mais agilidade, oportunidades e maiores informações.

Além disso, o site também vai conter uma pagina do investidor, com acesso direto aos corretores e imóveis que serão cadastrados. E-corretor.com não é apenas um projeto de web, e sim, uma ferramenta de trabalho.

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Como melhorar os resultados da minha empresa?

Postado em 17 agosto 2011 por Revista

Você pode imaginar quantas vezes escuto/leio por dia a pergunta do título?

Muitas vezes, a pergunta feita até não é essa, porém, ao conversar mais a respeito, percebo que é lá que a pessoa irá chegar.

O fato é que os resultados da empresa são o coração de tudo. É com eles que você pagará seus funcionários, contratará novos, criará produtos e serviços e adotará outras estratégias, mas é com eles, principalmente, que sua empresa continuará existindo.

Sei a importância das pessoas no processo. Funcionários, sócios, fornecedores, representantes, clientes e demais parceiros – são eles que fazem as empresas. Porém também tenho visto, em nome do lema “pessoas em primeiro lugar”, muito empresário e vendedor confundir as coisas.

Geralmente, quando isso acontece, um dos lados passa a imaginar que o objetivo da empresa é pegar cada vendedor no colo e dar a ele sempre mais motivação, retorno, satisfação, publicidade, etc., etc., etc. Não é! Tudo é uma grande troca – a parceria tem que ser boa para todos os lados, é o famoso ganha-ganha. A empresa deve criar formas de auxiliar o trabalho do vendedor que, por sua vez, vai suar a camisa para faturar mais.

Num Brasil em que a carga tributária só aumenta, o mercado felizmente está aquecido e as pessoas estão ganhando mais, é natural que a sua empresa também fature mais. Empatar com os anos anteriores, nesse caso, não é zero a zero. É derrota!

Por isso, para ajudá-lo a traçar uma estratégia que seja boa para todos os lados da companhia e que a ajude a continuar fazendo “a máquina funcionar”, quero hoje debater com você uma avaliação da parte comercial que costumamos adotar na Solução Comercial.

Essa avaliação contém uma série de perguntas cujo objetivo será que você as responda, garanta que todos na empresa tenham as respostas alinhadas e, principalmente, que juntos procurem respostas para as questões que não souberem. Mas atenção! Procurem realmente as respostas, o.k.? Não saiam chutando. Isso é importante.

Vamos a elas:

* Quais são os mercados em que a empresa atua?
* Quais são os produtos existentes ou serviços que presta?
* Como cada linha de produtos está posicionada dentro do portfólio?
* Quais são os mais rentáveis?
* Quais são os menos rentáveis?
* Quais têm mais possibilidade de crescimento em função do mercado?
* Quais possuem mais possibilidade de crescimento em função da própria potência da empresa?
* A equipe está alinhada?
* Conhece as estratégias da empresa?
* Conhece o portfólio oferecido pela companhia?

Essa é a base para criar/aprimorar a estratégia de sua empresa.

Durante a sexta edição da ExpoVendaMais, o evento que realizamos todo ano em Curitiba e que reúne líderes e gestores de vendas do País inteiro, traremos com mais detalhes esse processo.

Juntos, Fábio Fiorini, especialista em construção e gestão de marcas; Marcelo Caetano, consultor em vendas e articulista da VendaMais; e eu vamos especificar o processo de estratégia comercial, baseado nas experiências que estamos tendo à frente da consultoria Solução Comercial. Fiorini será o primeiro, explicando como criar uma estratégia segura de crescimento. A seguir, será a vez de Caetano abordar liderança e processos. E, finalizando, eu falarei sobre equipes e clientes.

Independentemente da sua participação no evento de outubro, desde já, quero que você comece a procurar as respostas acima e a desenhar a estratégia da sua própria empresa, combinado? Isso certamente deverá demandar uma série de reuniões em sua companhia.

E, se puder comparecer em Curitiba em outubro, terá a oportunidade de debater conosco as respostas que já levantou e conferir as palestras de outros especialistas internacionais de gestão em vendas, além de participar de debates e trocas de experiências com outros 599 empresários, líderes e gestores que, assim como você, estão enfrentando o dia a dia do mercado (quem sabe até mesmo bons negócios podem surgir nesse encontro? Todo ano vejo negócios acontecendo…).

Não deixe de participar conosco desse grande debate sem fórmulas prontas. É um investimento que, com certeza, renderá muito à sua empresa e muita oportunidade de crescimento a você e sua equipe.

Para isso, basta entrar em contato com a nossa Central de Atendimento: 4004-0174 (todas as capitais), 0300 789-2010 (demais regiões) ou pelo e-mail: grupo@editoraquantum.com.br.

Te espero em outubro, mês do vendedor!

Um abraço e boa$ venda$!

Raúl Candeloro
www.vendamais.com.br

* Receba estes textos semanalmente seu e-mail cadastrando-se na E-Zine

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Limites do Simples Nacional são ampliados

Postado em 15 agosto 2011 por Revista

Micro e Pequenos Empresários são beneficiados com mudanças na lei, o que fortalece a economia

Na última terça-feira (09), a presidente Dilma Rousseff assinou acordo com a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional e agregou novos benefícios à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aumentando os limites do Simples Nacional. Graças a essa medida, os exportadores passam a ter condições especiais e novas categorias de trabalho podem ser incluídas no programa.

O reajuste para enquadramento no SuperSimples foi de 50%, subindo de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões no caso das pequenas empresas, e de R$ 240 mil para R$ 360 mil para as microempresas. Com essa mudança, a expectativa é de que 500 mil empresas passem a integrar o programa, que existe a mais de quatro anos e já tem 5,2 milhões de adesões, somando 88% das micro e pequenas empresas brasileiras, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O Microempreendedor Individual (MEI) também foi beneficiado. O teto da receita bruta desse empreendedor foi ampliado de R$ 36 mil para R$ 60 mil ao ano. Outra vantagem é a possibilidade de parcelamento da dívida tributária para os empreendedores que participam do Simples Nacional. O prazo de pagamento passa a ser de até 5 anos. Rainer Zielasko, presidente da Faciap (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná), acredita que “ações como essa fortalecem as micro e pequenas empresas do país, além de colaborarem para o crescimento da economia brasileira”.

Outros procedimentos também foram simplificados com essas mudanças na lei. A partir de agora, o Empreendedor Individual pode alterar e fechar seu negócio por meio eletrônico, e o prazo para fechamento de microempresas passou de três para um ano. A Declaração Anual do SuperSimples também deixou de existir, e a Receita Federal passa a consolidar as declarações mensais.

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Groupon registra prejuízo de US$ 102, 7 milhões

Postado em 10 agosto 2011 por Revista

Informações do AdNews

Depois de revolucionar as vendas na internet ao criar o modelo de compras coletivas, o Groupon parece ter perdido o fôlego. No segundo trimestre, a companhia registrou prejuízo líquido de US$ 102,7 milhões e se viu obrigada a cortar recurso na área de marketing, informou a Reuters.

Com faturamento de US$ 878 milhões e crescimento de 36%, o Groupon mostrou desaceleração em relação ao primeiro trimestre, quando faturou US$ 644,7 milhões e teve alta de 63%. O prejuízo do segundo trimestre está em linha com o apresentado no período anterior, mas é mais que o dobro dos US$ 36,8 milhões apurados na comparação anual.

As quedas aconteceram ao mesmo tempo em que a empresa contratou mais de mil funcionários e reduziu o investimento na área de marketing para US$ 170,5 milhões – sendo que, no primeiro trimestre, foram US$ 208 milhões. A empresa justifica que 40% de seus assinantes na América do Norte são conquistados por meio de boca a boca, o que em tese dispensa a propaganda.

 

Assinante e leitor de banca: A edição desse mês da VendaMais traz uma matéria explicando o momento ideal de fazer uma promoção em sites de Compras Coletivas. Acesse a versão on-line aqui.

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Casal

Lançamento: As 100 dicas do Home Office

Postado em 10 agosto 2011 por Revista

Casal curitibano lança o primeiro livro brasileiro sobre home office

Você já pensou em trabalhar em casa, economizando todo o tempo perdido no trânsito e aproveitando a comodidade e infraestrutura do “lar doce lar”? O que para muitos não passa de um sonho, para quase cinco milhões de brasileiros, que adotaram a prática do home office, já se transformou em um verdadeiro estilo de vida. Pensando nessa forte tendência do mercado profissional, o casal curitibano Marina e André Brik vai lançar, no próximo mês de setembro, o livro As 100 dicas do Home Office, um guia básico para quem deseja montar e manter um escritório dentro de casa.

Primeira publicação sobre o tema no Brasil, a obra aborda 100 tópicos, divididos em 11 capítulos, fundamentais para o exercício do home office. Entre os temas discutidos no livro estão Como levar o seu escritório para casa; Montando o seu Home Office; Programa de incentivo; Produtividade já; Filhos na área; e Uma casa mais profissional. “Cada ano que passa, o número de brasileiros que adotaram o home office cresce consideravelmente. Hoje, grandes empresas permitem que os seus funcionários trabalhem em casa, política que, comprovadamente, aumenta a produtividade e garante uma economia de até 70%. Levando em consideração esse público, aproveitamos a nossa experiência de quase 10 anos trabalhando dentro de casa para retratar e desvendar as vantagens e desvantagens do home office”, explica Marina.

Segundo André Brik, o livro consegue compilar dicas básicas e necessárias para a manutenção de um home office de forma produtiva e profissional. “Quando resolvemos trabalhar em casa, precisamos adotar algumas medidas que permitem que o home office não se transforme em uma grande dor de cabeça. Regras como preparar a família – em especial os filhos – para a mudança, estabelecer o local de trabalho, lidar com a autonomia e solucionar problemas comuns, como o isolamento profissional e a preguiça, podem garantir o sucesso dessa nova empreitada”, completa o autor.

O livro As 100 dicas do Home Office já pode ser encontrado em algumas das principais livrarias do país, em lojas físicas e online, entre elas a Cultura e a Livrarias Curitiba. Mais informações no site www.gohome.com.br.

Sobre os autores


André Brik é publicitário e Marina Sell Brik jornalista. Ele começou a trabalhar de casa em 2003 e influenciou a escolha dela, em 2006. A partir daí, criaram o blog Go Home (www.gohome.com.br), com dicas, notícias e troca de experiências sobre o assunto, com cerca de 6.000 acessos únicos mensais. A experiência adquirida no próprio escritório e a busca incessante por dados e dicas sobre o assunto fizeram com que o casal se tornasse uma referência para aqueles que querem montar um home office e fonte de informação para a imprensa nacional.

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Vamos R.I.R. no atendimento?

Postado em 04 agosto 2011 por Revista

Tenho uma amiga, que é proprietária de um salão de beleza. Quando ela observa, que no estacionamento, há alguém aguardando um cliente, solicita a uma funcionária para servir um chá, café, água ou suco. Interessante, não é mesmo? Quantas vezes você acompanhou uma pessoa e acabou esquecido dentro do automóvel em um estacionamento, na recepção de um hotel ou, na sala de espera de um consultório, sem o mínimo de atenção. Na sua empresa, o que você e sua equipe estão fazendo para surpreender seu cliente no atendimento? Elaborei uma expressão para mostra que, no atendimento é preciso R.I.R.: Respeito, Inovação e Reconhecimento. Vamos tentar colocar em prática?

RESPEITO – Quando o gerente de uma agência bancária levanta da cadeira e, de pé realiza o cumprimento a um cliente que chegou, demonstra respeito, cordialidade e simpatia. Mostra com esse comportamento que a pessoa a sua frente é importante. Ao contrário de ficar digitando enquanto fala com o cliente pessoalmente, ou pior ainda, conversar ao telefone e apertar a mão de alguém, use de empatia e responda a pergunta: Você gostaria de receber o atendimento que está oferecendo? Lembre sempre do que disse o dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare: “É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada”.

INOVAÇÃO – Você se acha uma pessoa criativa? Quanto? Em uma escala de zero a dez, sendo zero o mínimo e, dez o máximo, qual é a sua resposta? Respondeu a pergunta? Agora faça a seguinte reflexão. Quanto desse percentual você coloca em prática? Há pessoas que dispõem de uma capacidade expressiva para inovar, mas ocultam seus talentos. Inovar no atendimento é algo essencial. Pode ser uma ligação telefônica, no dia do aniversário para homenagear seu cliente, o desenvolvimento de um cartão de fidelidade, ou ainda, um contato de pós-venda. A cada novo ano, a tendência em inovar é mais necessária e, como enfatiza Machado de Assis: “Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho, há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!”

RECONHECIMENTO – Tenho a sensação de que a ação de agradecer foi colocada na última página do manual de vendas e, poucas pessoas chegam a ler. Reconhecimento é um ato sublime na área comercial que reforça gratidão. Valorize mais seu cliente. Coloque em prática frases de reconhecimento como: Somos gratos por confiar na nossa empresa; Volte sempre; Aguardamos sua volta; Agradecemos sua confiabilidade; Conte sempre comigo. O poeta gaúcho Mário Quintana ensina: “O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores”. Um sorriso com cortesia é capaz de oferecer resultados imensuráveis e ser um multiplicador do seu profissionalismo.

O atendimento é muito comentando em treinamentos, entretanto, na prática deixa a desejar pela ausência do R.I.R. Faça uma revisão constante das suas ações, comportamentos e maneira de conversar com o cliente. Use com maior frequência, palavras de cortesia e maximize seus resultados com Respeito, Inovação e Reconhecimento. Lembre-se do que minha amiga faz, pelas pessoas que estão aguardando no estacionamento do salão de beleza. Para você pode representar algo simples, mas para o cliente algo diferente. Coloque em prática na sua empresa a ação de R.I.R. durante um atendimento e conquiste resultados surpreendentes. Vamos tentar?

Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro “Menos pode ser Mais” e do DVD com o tema “Comprometimento como fator de Diferenciação”. Visite o site: www.dalmir.com.br

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Coincidência? (Leve vantagem você também…)

Postado em 04 agosto 2011 por Revista

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Recentemente, o Brasil acompanhou o caso Abilio Diniz e sua para lá de suspeita “boa ação” em relação ao Pão de Açúcar e o Carrefour. Para quem olhou sem cuidado, parecia um brasileiro criando mais uma gigante no setor. Mas a realidade mostra uma manobra mais sórdida, visando uma recompensa de R$4 bilhões e envolvendo um banco federal de fomento, em nome da “soberania nacional”. Quem acompanhou o caso da Proust, na Fórmula 1, sabe que não é a primeira vez que essas “coincidências” acontecem com Diniz.

No governo de Lula, Antonio Palocci foi acusado de ter solicitado a quebra de sigilo bancário de Francenildo ao então presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso, informações estas que depois, misteriosamente, vazaram. O caso teve muita repercussão, mas não impediu a nova presidente Dilma Rousseff de confiar no ministro e convocá-lo para cuidar da pasta da Casa Civil em seu governo. E aí novas acusações finalmente derrubaram Palocci, dessa vez, por suspeita de ter feito tráfico de influência e por ter sido pego com um patrimônio, digamos, muito mais generoso do que as condições de ministro e ex-deputado poderiam lhe ofertar… Alguém duvida de que no próximo governo ele “ressuscitará” (e muito provavelmente será eleito pelo povo)?

O Corinthians ganha um estádio de presente supostamente porque o Morumbi não tem condições de sediar a Copa do Mundo. O que ninguém pergunta é por que os estádios particulares têm que “se virar nos 30” para arrumar capital para financiar as megalomanias da Fifa, enquanto outros recebem de presente estádios prontinhos (e sem nunca terem investido realmente para tê-los).

É importante também analisar o ótimo relacionamento de Ricardo Teixeira com Aécio Neves… Será que tudo isso é apenas coincidência, ou uma manobra para lá de bem desenhada para que a abertura da Copa aconteça em Minas, e não em São Paulo? Afinal, alguém duvida de que o estádio do Corinthians não ficará pronto a tempo?

Ah, e antes que chovam comentários de corinthianos, acho importante esclarecer que não sou são-paulino nem tenho nada contra o Aécio. Aliás, me revolta a forma como as pessoas se doem pelo futebol, mas pouco ou nada se mexem pela política…

A essa altura, você pode estar se perguntando: “Afinal de contas, o que tudo isso tem a ver com vendas?”. Olhe à sua volta. Você mesmo já deve ter escutado histórias de vendedores roubando comissões uns dos outros ou criando campanhas que não existem na empresa só para venderem mais. Isso só para citar dois pequenos exemplos de falcatruas em vendas.

Serão só coincidências? Ou reflexo do velho jeito Gerson de agir, afinal, “o importante é ser esperto”, não é mesmo? Como diria a velha propaganda do cigarro Vila Rica, “leve vantagem você também”…

Embasado em histórias como essa, sinto-me tentado a perguntar a você, Evelise: as pessoas estão ficando mais desonestas? Conte para mim sua história (positiva ou negativa) e suas impressões em relação ao tema honestidade. Como você avalia o universo de vendas nesse quesito? Os melhores depoimentos farão parte de uma das próximas edições da revista VendaMais.

Um abraço e boa$ venda$!
Raúl Candeloro

P.S.: sim, nós também falamos de ética na ExpoVendaMais! Venha participar da sexta edição da ExpoVendaMais, que acontece de 17 a 19 de outubro, mês do vendedor, em Curitiba, e debater ao meu lado e de Ricardo Neves, Fernando Lucena, Francisco Britto, Waldez Luiz Ludwig, John Jantsch, Mario Sergio Cortella, Fábio Fiorini e Marcelo Caetano as melhores práticas e ferramentas para planejar melhor, vender mais e aumentar a lucratividade da sua empresa. Entre agora mesmo em contato com a nossa central de atendimento: 4004-0174 (todas as capitais) ou 0300 789-2010 (demais regiões) ou pelo e-mail: grupo@editoraquantum.com.br e garanta a sua vaga nesse evento diferente de tudo o que você já vivenciou.

P.S.2: sua equipe de vendas também tem um encontro marcado com a equipe da VendaMais em breve. No dia 3 de agosto, das 9h às 12h, realizaremos o Treinamentos VendaMais de Iniciativa no Instituto Integração, em São Paulo. Traga seus vendedores para exterminar os sete monstros que impedem um profissional de ter iniciativa. Condições especiais para grupos! Entre em contato conosco através dos telefones ou do e-mail acima. Se preferir, clique aqui para saber mais sobre o Treinamento.

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Consumidores com renda até R$3mil já representam 61% dos do e-commerce brasileiro

Postado em 02 agosto 2011 por Revista

A classe C vem ganhando cada vez mais espaço no e-commerce brasileiro. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações do setor, 61% dos novos entrantes no primeiro semestre de 2011 possuem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil.

Nos últimos anos, a entrada desse público no comércio eletrônico aumentou de forma significativa, comprovando que o consumidor das classes menos abastadas está conectado e fazendo suas compras via web. Para se ter uma idéia do avanço, em 2009, 44,6% do total de e-consumidores do mercado pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe C. No primeiro semestre de 2011, esse mesmo número subiu para 46,5%, o que corresponde a aproximadamente 5 milhões de novos consumidores durante esse intervalo de tempo.

“O crescimento deve continuar em evidência para os próximos anos. Percebemos que esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática. A partir dessa primeira experiência, muitas vezes parcelada em 12 vezes sem juros no cartão de crédito, esse indivíduo passa a considerar a internet como novo canal de compras no seu repertório de opções”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

Um dos fatos que comprovam as compras de produtos mais caros por parte desses consumidores é o tíquete médio elevado. Apesar de possuírem uma menor freqüência de compra e menor renda, o tíquete médio registrado no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 320,00, contra R$ 355,00 do total de compradores da internet.

Se analisarmos apenas as pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra no mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00. Já em 2009, os novos consumidores dessa classe social gastaram R$ 330,00, em média, por compra.

É relevante destacar a maioria feminina desse novo consumidor. Ao longo dos seis primeiros meses de 2011, 55% dos novos entrantes da Classe C pertenciam a esse gênero. No que diz respeito à idade, 24% dos que fizeram a primeira compra, possuíam entre 35 e 49 anos – faixa mais representativa também para o comércio eletrônico como um todo. Ainda de acordo com dados da pesquisa, 22% dos consumidores possuíam ao menos o ensino superior completo, enquanto que 78% não possuíam ainda graduação.

A região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda – 64% do total – seguida das regiões Nordeste e Sul com 14% e 12%, respectivamente.

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